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Kamishibai

No próximo domingo vamos fazer uma festa em Linda-a-Velha para relançar o projeto de mobilidade suave ciclo-via.org. 

Vamos relançar as cicloficinas, as ciclocozinhas, as massas miúdicas, queremos fazer bike-buses para os escuteiros e escolas, cursos de condução, passeios temáticos, trabalhar em conjunto com a Junta de Freguesia para melhorar as condições para a utilização da bicicleta na nossa terra. 

 Vai ser uma tarde em cheio, para graúdos e miúdos.

Mas para isso acontecer TENS que aparecer!



 

Uma das surpresas será a apresentação de um teatro Kamishibai por um casal de palhaços ciclistas ingleses.

Kamishibai (紙芝居), que traduzido do Japonês quer dizer "drama em papel", é uma forma de contar histórias que data do séc. XII. Monges budistas japoneses usavam emakimono (rolos de papel) para contar histórias com lições morais para uma audiência maioritariamente iliterada. 


Esta forma de contar histórias perdurou no tempo durante séculos, mas foi durante a recessão dos anos 20 do século passado que teve o seu apogeu. A necessidade de ganhar alguns trocos fazia com que contadores de histórias Kamishibai (gaito kamishibaiya) andassem de aldeia em aldeia com um pequeno palco montado sobre uma bicicleta. Utilizava dois pedaços de madeira chamados hyoshigi para anunciar a sua chegada. As crianças que lhe comprassem guloseimas ficavam sentados nos melhores lugares da plateia. ;o)

Assim que a audiência estava bem composta, o contador de histórias encenava uma peça composta por vários cartões ilustrados que ele ia retirando do palco. As histórias normalmente tinham sequência para que prender a audiência até que este voltasse à aldeia. Em 1950, com o aparecimento da TV este modo de contar histórias foi se tornando obsoleto até que um recente revivalismo fez com que seja muito utilizado em bibliotecas e escolas japonesas para contar contos e ensinar filosofia. 

Simples e bonito...tal e qual a bicicleta!






8 razões para transportar os miúdos de bicicleta no dia-a-dia

Andar de bicicletas para muitos já é assustador ou quase impossível para muitos, com miúdos então é a gota de água! Não consigo, não dá, que medo, etc., etc.,etc. (a TVI ajuda no resto ;o)

Mas a Techoearthmama uma mãe web 2.0 que anda de bicla para todo o lado, dá-nos 8 razões para o fazer, as quais eu subscrevo e por isso traduzo-as aqui:

É divertido!
O fun-factor é determinante! Por vezes chove ou está muito ventoso e frio e não dá vontade de sair de casa de bicla, mas o segredo é aceitar e fazer as pazes com o mau-tempo.
A technomamma conta que cantam músicas sobre a chuva “If all the raindrops were lemon drops and gumdrops, oh what a rain that would be!”. O Gugas adora beber água da chuva!
Já quando está sol vamos absorvendo a vitamina D para fixar o cálcio...e as cantarias não acabam. A nanny (Mariana) vai aos berros "O Manel tinha uma bola..."
Poupa dinheiro!
Uma família pode poupar um segundo carro com todas as despesas associadas. (crédito, seguro, gasolina, manutenção). As despesas com a bicla e a sua manutenção são valores marginais comparados com os de um carro. E com uma oficina comunitária perto de si até se transforma numa festa!

Reduz a dependência do petróleo.
O que é o mesmo que dizer que aumenta a resiliência.

Reduz a poluição sonora e do ar
Não é preciso dizer nada pois não? O Gustavo diz que o que menos gosta no andar de bicicleta é o barulho dos carros.

“First dibs on free boxes!”
Esta é muito anglo-saxónica. Por aqui temos jornais gratuitos, mas distribuem-nos aos condutores, mas é nos acessos aos TPs que eles são mais difundidos. Assim como algumas promoções como pastilhas, bolachas, chás, sacos de pano, etc.
Mas acrescento que permite conversar e acenar a quem vai no passeio com muito mais facilidade e qualidade ;o)

Dá um excelente exemplo aos teus filhos
Pensas que os meios de transporte suaves são uma boa ideia? que juntam todos os benefícios atrás retratados? Então que melhor maneira para passar esses valores para o teu filho do que pelo exemplo?
Até porque muitos - a geração banco de trás - nem fazem ideia de que isso é possível! Nunca o fizeram!

Encoraja outros a fazer o mesmo.
O comportamento gera comportamento. Isto é verdade, muita gente foi-se juntando à medida que me vêm a fazê-lo. O que nos leva ao próximo ponto:

Torna a estrada mais segura para todos.
O local mais perigoso da minha jornada é perto da escola do meu filho. Se toda a gente acha que é perigoso andar de bicicleta na estrada que tal não contribuir para que isso aconteça? Nas Massas críticas por Lisboa chegam a circular crianças de 10 anos na rotunda do Marquês Pombal em plena hora de ponta....perigoso? não no meio de tanto ciclista!
SIGA!
Em Linda-a-Velha vamos organizar uma kidical mass com frequência mensal ao mesmo tempo que uma cicloficina. Não percam a oportunidade de tentar e aprender a fazê-lo. Assim como a oportunidade de tirar dúvidas, perguntar a quem já o faz, qual a melhor maneira de o fazer!!!

Para tirar dúvidas na net

ciclovia da frente ribeirinha...é a pu*a da loucura!

Uma rápida achega ao que se pode ver na ciclovia ribeirinha (ali em frente à rocha conde d'Óbidos). A CML está a montar um emissário subterrâneo e pelo incómodo causado pede desculpas e tem de efectuar as devidas alterações ao tráfego pois existem escavações, máquinas, etc. na zona. A obra interfere com a dita ciclovia, numa parte de alguns metros em que ela é segregada por um lancil de liós: colocam uma parafernália de sinais a indicar que temos de mudar de direcção...por ali não dá (se calhar não deu, pois agora dá, tanto que fui por lá!). Mas o desvio é feito para a direita...ora para a direita da tal via segregada existe um PASSEIO e um MURO!!

É óbvio que nos querem pôr a circular no passeio, então deram-se ao trabalho de pôr um sinal de ciclovia pendurado no muro e tudo, e até uma rampinha de cimento fizeram para subirmos para o passeio sem stress para os pneus e aros!!


Espectáculo...então vamos circular no passeio?? não é proibido nem nada? e os desgraçados dos peões? Se calhar não há espaço no lado esquerdo para fazer a alternativa e isto é uma situação de recurso durante pouco tempo!! Ó...afinal do lado esquerdo existem duas faixas com prái...3 metros cada!! É a pu*a da loucura!!

Entretanto depois de passar este obstáculo (que é a parte engraçada desta ciclovia, as surpresas, os obstáculos, a sinalética...) apanho um gajo estacionado em plena espaço reservado à circulação de biclas!!


E não é que apanho lá dentro o condutor ainda a dormir....bem a noite dele deve ter sido a pu*a da loucura!!


Atenção *=r pois este blog quer-se familiar.....é a pura da loucura.....desculpa lá qq coisinha ó frize! ;o)









Fixing the great mistake

Cars Need to be Put Back in their Place

The automobile is a tool. It's not evil, and it's not good. It works well for certain things, and it causes more problems than it solves with others. But during the 20th century, it seems like our society lost all perspective and decided that the car was the answer to all transportation problems and that everything else should be considered only a minor alternative form of transportation.




"Charge the positive"

Sexta-feira passada saí do trabalho e apanhei o barco para a margem norte do Tejo. (margem direita é o termo mais correcto). Saí do barco no Cais do Sodré e o tempo estava espectacular. Estava com tempo, pois os meus pais ficaram de ir buscar os meus filhotes pelo que não tinha de ir ao ATL. Não tinha nada combinado com ninguém, nem reunião, nada...
pus-me então ao pedal ao longo do rio.
Começa bem a "ciclovia" Cais-do-Sodré: pelo passeio! Numa partilha de espaço, mínimo, com os peões. E saber que esta ciclovia foi "encomendada" pela CMLisboa a um gabinete de arquitectura.
Mas estava com bom mood, fiz por não ligar e segui caminho. Ao longo do rio sucedem-se os buracos, o lixo, tudo resultado das intempéries das semanas passadas. Há buracos que mais parecem crateras, mesmo ao lado de restaurantes. Parece que os vão engolir num abrir e fechar d'olhos.
A zona ribeirinha está repleta de gente, apesar de predominarem estacionamentos e construções a cair de podre...
imaginem se este espaço fosse feito para as pessoas?
Apetecia-me ouvir os sons do exterior mas queria também ouvir música pois parecia que estava num video-clip, eu a andar de bicla com "style over speed", a passar por casais de namorados, turistas a passear, amigos a jogar à bola, pessoal a filmar um spot publicitário.
Tinha comigo o meu fiel MP3 carregado com Michael Franti. Liguei-o a uma coluna portátil que tenho e pus a bombar YELL FIRE!


Remote Control - Michael Franti from Brandon Hirzel on Vimeo.


Senti um alto vibe. Estava a carregar o "borne positivo" (alusão a uma letra de Michael Franti que diz que o Homem anda a causar curto-circuitos no positivo e a sobrecarregar o negativo).

Fazia sentido, andar de ginga a acompanhar o mega-cruzeiro que passava por debaixo da ponte a apitar feito maluco e seguir uma via que de ciclável só tem a vontade. É preciso ter sentido de humor para perceber aquela ciclovia...há alturas em que tens de procurar a sua continuação (tipo caça ao tesouro), tens sinais únicos no mundo como 300 pontos de interrogação e imagens de carros a embater em biclas ou biclas em peões, sinais de proibido circular de bicla nos próximos 24 metros, cruzamentos extremamente perigosos com vias de 4 faixas, estacionamento abusivo, intromissão em passeios repletos de peões, poesia pintada de costas para o rio (o Copenhagenize faz menção a esta pista).

Todos sabemos que esta ciclovia para inglês ver foi uma forma de "legalizar" o que já era feito de forma mais descontrolada. O percurso ao longo do rio é um local óptimo para passear a pé, de bicicleta, trotineta, etc.

Mas com o borne positivo carregado aproveitei ao máximo o percurso ao som da música e só pensava em partilhar esta alegria com todos. Fiquei a pensar no que o Bruno já me picou vezes sem conta para fazer: um video-clip sobre o prazer de andar de bicla...

Camisola Amarela em Lx

Já existe uma empresa de estafetagem de bicicletas em Lisboa - a camisola amarela!

São extremamente rápidos e provam a todos de que é possível andar de bicicleta

(SINGLE SPEED) por Lisboa!

Desejo-lhes a melhor sorte e que venham mais negócios com recurso a bicicletas!

Todos agradecem!

e o que está à espera para lhes confiar as suas entregas??



Quanto mais formos a pedalar...melhor!

Em Portland, Sarah Gilbert (mais conhecida por cafemama no universo bloguista), uma mãe que apostou na bicla para colmatar as suas necessidades de mobilidade, viu o seu pedido num drive-thru ser recusado pois estava de bicla em vez de carro (só nos states). Este pedido foi feito numa cadeia de lojas de hamburguers (a BurguerVille) que publicita desenvolver uma carrada de esforços de sustentabilidade.
Esta senhora não se calou, protestou e "blogou" a sua indignação. A cadeia de restaurantes pediu desculpa e até já colocou uma nova tabuleta em alguns dos seus restaurantes...


Até porque em Portland existe uma grande percentagem de ciclistas diários - 4,2% das deslocações diárias são feitas de bicla - o que representa um bom mercado e uma boa "publicidade"!

Quando é que em Lisboa (e no resto do país) podemos ter um "peso" (económico e político) destes??
Para isso é preciso largar o carro e começar a pedalar...é mais fácil do que parece e tem um retorno brutal:
Checkem as diferenças entre cidades bike-friendly e as nossas no Menos1carro

Street Liability

Em Toronto, um ciclista agarra-se ao carro (não sei se para se apoiar apenas, se para ganhar velocidade) de um suspostamente advogado famoso (ligado a direitos humanos, justiça, etc.). Sem se perceber porquê, o dito advogado "passou-se" e arrastou o ciclista empurrando-o contra pilaretes na tentativa de o afastar do seu carro. Resultado desta "raiva momentânea": o ciclista morreu e o automobilista vai preso. Podem ler o resto aqui.


Quantas pessoas conhecemos (ou nós próprios) que são calmos, mas no trânsito transformam-se? Não sei se pela frustração de uma mobilidade real distanciada da mobilidade propragandeada ou se pelo alheamento quase total dos sentidos em relação à realidade, whatever.



Mas o melhor é ler os comentários que são feitos. Sei que os comentários na internet são, muitas vezes, a distilação de raiva concentrada, potenciada pela cobardia do anonimato, mas dá para perceber um certo "desconforto" para com o ciclista. Marginalizados por um sistema demasiado "car-based", ficamos entalados entre uma visão demasiado rígida e completamente distorcida do código da estrada e uma incapacidade nata de lidar com a falta de regras. Se circulamos na estrada (que também é nossa por direito) é porque atrapalhamos o trânsito, se alguém decide ir pelo passeio ou por uma via de lazer é porque causam acidentes aos peões (até podem falar da falta de disciplina de alguns ciclistas, mas isso acontece com automobilistas, peões, etc., etc.).

A verdade é que se existe um veículo que consegue circular em quase todos os cenários, estrada, fora dela, passeios, transportes, etc., dá uma dor de cotovelo brutal! Mas o mais impressionante é que este veículo é barato e acessível a todos! Porque não tentar?



Na minha deslocação diária faço uma via em sentido contrário. Hoje fui interpelado por um senhor de idade todo revoltado. Agradeço a sua dica, pois ao contrário do exemplo em cima, pedalar costuma puxar o meu lado melhor! O senhor ia com uma criança na mão, na faixa de circulação dos carros, pois o passeio estava minado de carros estacionados (em frente a uma escola).
Mais à frente viro à direita num cruzamento com o semáforo vermelho. Sem espinhas pois o trânsito que circulava nessa altura nunca colidiria com o meu movimento. À frente outro sentido proibido. Vou deixar a minha filha ao infantário e para isso coloco a bicicleta durante 5 minutos na entrada do prédio. À porta uma confusão generalizada de carros no passeio, no meio da estrada com 4 piscas, senhoras a atravessar a estrada a correr com míudos ao colo...porque não têm sítio para estacionar mesmo em frente. O que pergunta a auxiliar toda indignada? "De quem é isto aqui? Não quero isto interrompido!". Referia-se à bicicleta, claro. Ri-me e disse que era minha. Tirei-a logo pois o engarrafamento que causava era descomunal (NOT). Está incuto no consciente das pessoas!

Se estou contente com o facto de quebrar regras de trânsito? Não, não estou, mas tenho a noção de que é tudo desenhado para uma sociedade de carros. Os sentidos únicos são promovidos para que haja mais estacionamento, para além de que se seguirmos esses sentidos damos uma volta descomunal, mais apropriada a quem tem um motor do que a quem tem de pedalar. Os semáforos (assim como as lombas) são (más) invenções para tentar regrar um trânsito causado por automóveis.

Circulação de bicicletas em vias de sentido único assim como virar à direita quando o semáforo está vermelho são alternativas já dadas em países do norte da Europa. A isto chama-se "Street Liability" e é o que não acontece por cá, onde o mais fraco (peão, depois ciclista) não é protegido e apenas tido em conta após o mais forte (o carro).


Não se pode contruir nem legislar em função desta pirâmide invertida, nem pelo facto destes serem mais. Em portugal os passeios são invadidos pelos "mais fortes", por vezes não existem ou são pouco apropriados aos "mais fracos". O meu avô que tem dificuldades motoras resigna-se a ficar por casa pois não consegue andar em certos passeios, subir as escadas e contornar todos os carros em estacionamento indevido. Isto é de país desenvolvido?

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Estacionamento de biclas no Seixal

A Câmara Municipal do Seixal por intermédio do Grupo de Mobilidade Sustentável, distribuiu uma série de estacionamentos para bicicletas pelos principais centros urbanos do Concelho. São porreiros: em forma de "U" invertidos e bem sinalizados. Permite prender bem a(s) roda(s) e o quadro. Falta georeferencia-los a todos e colocar num mapa...

Em frente às finanças, PSP, CGD e Divisão Administrativa do urbanismo:


(ficou muito apertada a entrada nas finanças e demasiado junto da paragem...)

(Permite colocar um cadeado em "U" no quadro sem dificuldade)


A Ford Transit também quer usufruir do estacionamento :os

Isto durante as festas parece valer tudo!


Acertar o timming dos semáforos à velocidade dos mais lentos

Uma questão discutida na última cicloficina de Linda-a-Velha foi a questão do desajuste do CE ao ciclista. Para quando uma Lisboa em que se discutam estas questões:




Isto e vias de um sentido que permitam o duplo sentido para bicicletas, semáforos que permitam bicicletas virarem à direita com sinal vermelho, prioridade equivalente aos carros, enfim adequar o CE ao veículo bicicleta!!

Legalizar a mobilidade que um veículo simples, barato, eficiente e sustentável permite!!!

Speed Vest




Enviado pelo meu cunhado: o SPEEDVEST.

Basicamente é um colete reflector que mostra a velocidade a que vais nas costas.

Para além do incremento da iluminação, nada prova de que o velocímetro nas costas aumenta a segurança do ciclista, mas pretendem com isto mostrar aos condutores que é possível pedalar a velocidades entre os 15 e os 25 Km/h.

Parece absurdo, mas já pensei várias vezes nisto. Por vezes (com vento a favor) vou a circular na Av. de Brasília a 35Kms/h e penso que vou a "míseros" 15Km/h do limite...pelo que é parvo alguém reclamar da lentidão da bicla!!

(Este tipo de reclamação também me parece mais mito do que outra coisa, pois não tenho tido grande razão de queixa)

Também tem uma coisa interessante:
Where can I get one? How much are they?
Sorry, but the Speed Vest is not yet available commercially. If you'd like to be updated, or if you're a bicycle advocacy organization and would like to use it for outreach and education, send us an e-mail

Extensão aos velocípedes dos benefícios fiscais à aquisição de veículos não poluentes

Para: Assembleia da República
Caros Senhores: Da Lei do Orçamento de Estado para 2009 consta uma medida de incentivo fiscal à compra de veículos eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis, na forma de uma dedução à colecta no IRS de 30% dos custos de aquisição. No entanto, na sua presente formulação, exclui-se deste incentivo o tipo de veículo comprovadamente mais sustentável e energeticamente eficiente: velocípede. Os signatários desta petição rogam que o texto da lei seja reformulado por forma a eliminar esta incoerente exclusão. Texto de apoio
sinceramente,
o baixo-assinado

ASSINA AQUI

PCB

Pois é...é nisto que me tenho focado nos tempos livres, isto é depois da família, amigos e trabalho:

No "PROJECTO COMUNITÁRIO DE BICICLETAS", que começou neste post

Consegui organizar uma reunião "zero", no meio de um passeio de ginga com mais 2 companheiros da bicla (o Fábio e o Enzo) e já "afilei" mais 3 voluntários para futuras reuniões (O Tó, o Mike e o Hernani) e ontem em conversa com um conhecido somos capaz de ter mais um nas fileiras: o Miguel Faria.

Já temos objectivos, ideias, um fórum onde estas são discutidas, pretensões, e vontade... quando tivermos algo mais palpável apresentamos aos demais cibernautas....

Algo vai "rolar" daqui...


Fotos da reunião zero:


Bike community project

Pretendo criar uma associação
cuja missão é dar “poder” aos ciclistas
e tornar a bicicleta acessível a todos.

O objectivo principal é criar e manter
um espaço em Linda-a-Velha para,
de forma voluntária, se poder arranjar bicicletas,
criar novas bicicletas de peças doadas,
dar workshops sobre bicicletas e
intervir na promoção da bicicleta no dia-a-dia
como ferramenta para um mundo melhor, mais limpo,
mais saudável, mais silencioso e amigo.

Se estás interessado em juntar-te
como voluntário envia um email para
gnpais@hotmail.com

A associação é inspirada nos amigos bikepirates.com


Este tipo de associação, ou comunidade é bastante comum na américa do norte. No fundo são associações baseadas na comunidade ou bairro, que numa clara demonstração de cidadania promovem o que defendem. Não desresponsabilizam o estado ou federações mas antes dão "poder" a nível local para além de visibilidade à causa.

Se alguém estiver interessado em abrir uma associação do género ou conheça alguma relacionada com bicicletas não se coiba de enviar um email. Vivemos da partilha de informação.

Um excelente repositório de recursos para associações do género AQUI