POROROCA

Enviado pelo Paulo...é brutal!
Uma onda no Amazonas chamada de Pororoca!

Check it out:


Ti zé pais

É impressionante ver a força que tem a energia dentro de nós. Quando duas almas se juntam essa energia ganha contornos únicos, tipo polaridades como magnetos. Passou menos de um mês desde que a Ti Felícia nos deixou e o Ti Zé Pais, como que sentindo que o seu lugar é mesmo ao lado de quem passou a maior parte da sua vida, foi atrás dela. Viveram bem e bastante, deixaram a sua marca e a sua ausência é sentida. Foram em paz....




p.s.: Emprestei o meu CD de Luar na lubre (com capa verde)...mas esqueci-me a quem. Se alguém vir isto dê-me um toque e ouvimos este CD com "vin & fromage" em frente da lareira como é suposto ser ouvido...com chuva lá fora!

Xtracycle #5 (carga)

O xtracycle permite-nos levar cargas com o peso mais bem repartido: bem baixo e ao longo da roda traseira. Quando fixei o kit pensei que iria fazer exactamente o mesmo que já fazia com a Timberlina mas de um modo mais rápido e prático. As fotos do antes e depois das compras semanais no mercado de Linda-a-Velha:



Aqui nota-se a diferença na estabilidade: consigo deixar o Gugas e carga sozinhos na bicla apenas com o descanso lateral com o xtracycle (apesar de não abusar da sorte).

Mas...com a utilização estou a ficar com outra ideia do produto...isto é completamente arrasador. Consigo levar mais e melhor, sem prejudicar o "handling" da bicla, o que me leva a patamares bem superiores!

E se no trabalho alguém te traz um par de rodas que tem lá por casa a apanhar pó e te oferece um saco de laranjas para levares para casa?

no problemo...




e se tens de levar 8 enxadas e o par de rodas até outro sítio??


no problemo





e se vais a casa da sogra e ela presenteia-te com 5 kilos de laranjas, nabiças que é mato e meia-dúzia de couves?? e a meio lembras-te de que não há pão em casa?





NA BOA!

E se encontras um amigo e depois decides dar-lhe boleia...o handling é diferente, mas dá para o levares (desta não tenho fotos, pois era de noite e ainda podia ter um acidente)

Se repararem nas fotos, as correias do free radical tem fechos opostos, de modo a que se precisares prender algum do lado esquerdo a outro do lado direito eles encaixarem!

Muito fixe.....

1ª CiclOficina de 2009 em Linda-a-Velha

A massa crítica vem aí e no domingo a seguir à mesma acontece a CiclOficina em Linda-a-Velha !!

Esta vai ser a primeira de 2009 e começa com a mudança de instalações: por causa de uma desratização do quartel da tropa, vamos para o quartel dos bombeiros ;o)

Assim sendo lá vos esperamos e às vossas biclas. Relembramos de que a cicloficina presta-se a ensinar a reparar/afinar as vossas bicicletas pelo que se souberem de antemão de que é necessário algum material é favor levarem-no. Somos voluntários com algum conhecimento de mecânica básica de bicicleta e com ferramenta capaz para efectuar operações simples.

Cartaz da segunda ciclo-via de Linda-a-Velha

Localização do Quartel dos Bombeiros do Dafundo:

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Ver mapa maior

xtracycle #4 (transportes públicos)

Como referi anteriormente, um dos constragimentos do xtracycle poderia ser o extremo comprimento do conjunto. Para ter maior capacidade de carga e maior estabilidade não há milagres, mas o acréscimo de cerca de 40cms não é assim tão negativo. Por exemplo, nos transportes públicos tenho-me safado até agora!!

Ok, ando apenas nos comboios da linha de Cascais e no barco da Transtejo, mas em ambos não tive stresses (nem com os malfadados torniquetes!)



Tinha referido de que com o kit vem também um descanso?? e que este é robusto, e que se prende no sub-quadro de modo a ter mais estabilidade?? Não, pois não? É muito porreiro, só é pena não ser regulável...no manual diz que se for preciso pode-se serrar!! not very pratical...mas não foi preciso (ainda).


xtracycle #3 (apartamento e primeiros "kung-fus")

Ao imaginar-me com uma xtracycle já tinha ponderado nos prós e contras do mesmo...e um dos contras era o incómodo causado pelo comprimento do conjunto. (ando à procura de um autocolante ou placa a dizer "veículo longo" eheh)

Eu tenho que entrar e sair de casa com a ginga, pois vivo num apartamento e guardo-a no terraço que, por acaso, está no lado oposto da porta de entrada. Isso obriga-me a passar por um corredor estreito com a bicla, entrar na cozinha e ir directo ao "quintal". As medidas estavam tiradas e passava tudo ao milímetro...como seria agora com mais uns bons centímetros :os.
Ela passa...tive que alterar o procedimento de virar do corredor para a porta, virando-a no sentido oposto e trazendo-a às arrecuas. É um ponto negativo da coisa, mas que pode ser resolvido: pensando nas manobras a fazer, colocando um gadget (ou Kung-fu como diz o "Casal a pedal") que basicamente são 2 rodinhas de patins nos extremos do kit que permitem rodar a bicla ao alto!

Entretanto fui testar a "xtra" num passeio domingueiro de 35Kms à chuvinha...aqui deu para reparar noutros constragimentos do kit: Os "free loaders" que são as estruturas em tecido presas aos racks verticais e que são um espectáculo para prender todo o tipo de materiais, pois permitem uma carrada de opções, medidas, etc., não têm "tampa". Têm um bolso interno, à prova de água que é muito útil, mas a estrutura externa não é coberta.



Para resolver este "minor problem" ou se usa sacos estanques ou imagina-se um kung-fu que fique enrolado perto do snapdeck preso por velcro e que se desenrole quando necessário.

Outra questão já documentada nos fóruns da xtracycle é o facto da água entrar nos apoios verticais dos racks...e foi o que aconteceu.

Mas como tem solução não é problema -> Kung-fu #2:

Estancar a ligação entre sub-quadro e rack com uma câmara de ar fininha!!

(Aproveitei e instalei uns guarda-lamas de pasteleira. Tapam a roda toda e têm estilo)


(tive que fazer um piqueno kung-fu para prender o guarda-lamas e não interferir com o snapdeck...mais tarde servirá para apoio da luz traseira, ou da placa do veículo longo....quiçá)

Toca a recortar a câmara de ar da bicla do puto...

Colocar nos apoios verticais do sub-quadro...

E puxá-los para cima quando após a colocação dos V-racks (Vertical racks) nos apoios...

...continua...

xtracycle #2


Primeiro há que retirar a roda, o desviador traseiro, os travões (os meus são v-brakes), e a corrente (com um descrava).
O sub-quadro é colocado nos droup-outs da bicla original (tem parafusos que permitem regular conforme a grossura dos droup-outs e o distanciamento das escoras. A Timberlina é muito standard...7mm e largura de escoras que entra directamente no kit).
Depois o extremo frontal do kit é preso no local onde se costuma aparafusar o descanso lateral, numa ponte entre as escoras logo atrás do conjunto pedaleiro da frente.
Agora a roda é colocada nos droup-outs do kit e TCHARAM...temos uma Timberlina long-tail:


Visto de cima e em pormenor a traseira (a tail)


Os racks verticais colocam-se com a maior das facilidades:


E a cereja no topo do bolo é o snap-deck, que se prende por pressão (SNAP)


Isto é como os programas de culinária:

Esta versão é uma que foi colocada no forno antes para as fotos!

Ainda falta acrescentar a corrente, colocar os v-brakes no sítio e aumentar o cabo para os mesmos, assim como o cabo para o desviador traseiro (o excesso de corrente, os cabos mais longos e o excesso de bichas vem no kit).

...continua

xtracycle #1


Eis a Timberlina carregada antes do xtracycle (só para relembrar):

A entrega do kit:


A montagem no terraço (era de noite e as fotos ficaram fraquitas):

Já não via a timberlina assim faz tempo (15Kgs na balança da WC)


A troca:

Porta-bagagens, guarda-lamas e alforges a pesar quase 4Kg

Pelo free-radical que pesa aprox. 4,5Kg:

Eis o "corpo principal", que passará a ser um sub-quadro da Timberlina que permite o distanciamento dos eixos em 37cms, transformando-a numa "long-tail"



...continua

ABCDário em 3D

Tirado do PATO:

BIke move

Mudanças em casa?
Chama uns amigos que trazem umas gingas e uns atrelados e fazes a mudança numa só viagem ;o)

É o BIKE MOVE

O divertimento é garantido e a mudança também!
O filme a seguir vale mesmo a pena:


Speed Vest




Enviado pelo meu cunhado: o SPEEDVEST.

Basicamente é um colete reflector que mostra a velocidade a que vais nas costas.

Para além do incremento da iluminação, nada prova de que o velocímetro nas costas aumenta a segurança do ciclista, mas pretendem com isto mostrar aos condutores que é possível pedalar a velocidades entre os 15 e os 25 Km/h.

Parece absurdo, mas já pensei várias vezes nisto. Por vezes (com vento a favor) vou a circular na Av. de Brasília a 35Kms/h e penso que vou a "míseros" 15Km/h do limite...pelo que é parvo alguém reclamar da lentidão da bicla!!

(Este tipo de reclamação também me parece mais mito do que outra coisa, pois não tenho tido grande razão de queixa)

Também tem uma coisa interessante:
Where can I get one? How much are they?
Sorry, but the Speed Vest is not yet available commercially. If you'd like to be updated, or if you're a bicycle advocacy organization and would like to use it for outreach and education, send us an e-mail

Voodoo commuting catalog

São cada vez mais as marcas a colocar nos seus catálogos biclas criadas com o propósito do commuting. É a resposta a um mercado emergente, a uma quantidade de pessoas que pretende deslocar-se de bicicleta com maior conforto.

O que estas bicicletas têm de diferente em relação às que já existiam?
Coisas simples que fazem toda a diferença, por exemplo:

- Guiadores mais altos e largos.
Em condução desportiva são pouco práticos, mas para quem deseja circular em cidade pode adoptar uma posição mais descontraída e menos cansativa.

- Apoios para porta-bagagens à frente e atrás.
Para um óbvio incremento da capacidade de transporte.

- Apoios e espaço para guarda-lamas integrais, assim como para uma protecção da corrente.
Numa utilização onde a protecção aos elementos é prioritária em relação ao peso total do conjunto, estes são um must.

E existem tantas outras alterações que tornam a utilização da bicicleta em cidade mais confortável, tais como um banco mais confortável, rodas maiores, mudanças no cubo (mais limpo e menos manutenção), quadro rebaixado para facilitar montar e desmontar, etc., etc.. Se puderem acrescentar mais façam-no por favor.
Se me perguntarem se é necessário uma bicla destas para fazer commuting, respondo-vos que não. Qualquer uma serve...na Holanda utilizam maioritariamente as pasteleiras antigas.
Agora que ajuda, lá ajuda.

Eis o exemplo da "voodoo" que propõe as "Agwe" e a "Marasa", vendidas em portugal via fizzbikes.
A primeira é uma single-speed com um guiador todo voodoo (mais para o estilo e deslocações pequenas em zonas planas):



A segunda já se parece mais com uma bicla clássica com mudanças, o que permite maiores deslocações, sendo óptima para couriers, commuters, touring, etc. segundo o site da marca.
P.s.: a maior parte das biclas criadas para commuting e/ou touring não tem o quadro em alumínio...mas sim em aço cromo-molibdénio...porque será? maior rigidez, apesar de maior peso?

TENHO UM S.U.B.

Não, não é um S.U.V. dito com a pronúncia beirã, mas sim uma Sports Utility Bike!
Sábado foi dia de labuta e o Bruno montou-me um free radical na Timberlina.
Conhecedores do meu gosto genuíno por este produto, ele e a Ana da Cenas a Pedal cederam-me um para testar durante dois meses.
A montagem do kit é relativamente simples, apesar de ser aconselhado a montagem por um profissional. Tem que se trocar os cabos do travão traseiro e do desviador, para além de se incrementar a corrente.
Como a minha transmissão já tinha uns bons kilómetros em cima (nem digo há quanto tempo ando com aquela corrente e carretos!!!) aproveitei para pedir ao Bruno que me substituisse a cassete, e mais tarde colocarei novos pratos à frente.
O Bruno gosta mesmo de mecânica de bicicletas e tem gosto e paciência para desmanchar todas as pecinhas, limpá-las e lubrificá-las. Acho que poupei uns kilitos à paleta da limpeza da transmissão. ;oP
Por falar em pesos, como ia fazer esta alteração e testar o free-radical, aproveitei para pesar os vários componentes:
A GT (com ferramentas) pesa 15 Kgs
conjunto porta-bagagens, guarda-lamas traseiro e alforges, 4Kgs
O peso distribui-se da seguinte forma pelas rodas:
7Kgs na da frente
12Kgs na traseira
o conjunto total cifra-se nos 19Kgs com mais 7Kgs de "carga" que costumo carregar (muda de roupa, material para duche e almoço) prefaz 26Kgs de "arrasto".
O Kit extracycle (a extensão do quadro, una racks verticais, o snap-deck de madeira e os alforges) pesam uns impressionantes 4,5Kgs! Pouco mais do que o conjunto anterior e é bem maior e leva bem mais carga!
Hoje era dia de domingada e lá fui dar uma volta com o pessoal da ciclo-via.org.
O "handling" é um pouco diferente. O peso fica distribuido de forma diferente pelas rodas em relação à bicicleta "normal". Sinto a direcção ligeiramente mais pesada, mas com o passar do tempo já nem noto. É como se estivesse a andar na bicicleta sem o Kit. (ainda não levei carga para testar).
Sacar cavalo é muito difícil, senão impossível, visto a distância entre eixos ser tão grande (a roda traseira está 37 cms mais afastada), mas a tracção em subida melhora substancialmente. Fizémos uma subida em gravilha e foi canja.
A meio do teste reparei em algo errado. Era o eixo da roda traseiro que estava desalinhado, o que não permitia que se prendesse correctamente no kit. Desenrasquei com uma anilha do Enzo, mas tenho que arranjar a roda.
Desconfio de que a GT aguentou estes últimos anos num frágil equilíbrio das suas peças móveis. A verdade é que os barulhos parasitas são poucos, o material está relativamente afinado, mas se se mexe muito percebe-se que os 15 anos de muito andamento estão lá. O desviador dianteiro tem uma grande folga, mas as mudanças entram bem, os "rapid-fires" têm algumas falhas mas já estou habituado, a roda traseira sofreu bastante, etc.
Mas vou aproveitar também para ir modificando estes acessórios aos poucos. A roda traseira vai ser a minha prioridade. Quero encontrar algo que me permita circular com segurança com a carga que o free radical me permita. Isto implica cubo, aro e raios robustos, e já agora com travão de disco que este kit tem lá o suporte para o dito.
to be continued....

Biclas nos autocarros

Vocês imaginam isto acontecer numa carreira da Carris?
ou de qq outra cidade do país?





Não falo apenas da visão estratégica de investir dinheiro num porta-biclas, mas também da adesão dos portugueses assim como da paciência de quem vai lá dentro para esperar pela manobra de arrumar a dita.
(é uma carreira urbana, não um expresso ou algo do género)

Num país com tão pouca ferrovia (onde o transporte de biclas já é comum) esta medida seria bem-vinda por quem circula diariamente de bicicleta...

Equipamento de Inverno ... ideias

Ando para fazer um post sobre o meu equipamento de inverno à semelhança do da Ana, mas não tenho tido vagar.
Entretanto posso dar uma ideia para o pessoal mais friorento:


Segurança de bicla

Enviado pelo MIKE, uma excelente forma de dissuadir e apanhar o bandido que tente se apoderar da nossa bina: Um cadeado que explode, libertando um líquido! Genial!!



Ver mais AQUI

Carvalhos em montejunto

Na despedida do rei-azevinho, damos as boas-vindas ao rei-carvalho!!
Estamos na metade solarenga do ano, onde o Carvalho é rei e senhor, e para isso contribuímos nós plantando uma carrada de sementes na serra de Montejunto!!

Se sobreviverem aos ratos, aos rebanhos e às chuvadas teremos carvalhos em pujança daqui a uns bons anos!

Foi um tempo bem passado a explorar a real fábrica do gelo, a fazer um picnic vegetariano e a semear.

"SEMEADOOOOOOOOOOOOR"

Fotos do Hugo AQUI

Pedalar no "frio polar"

Anda por aí uma massa de ar frio proveniente do Pólo Norte, uma vaga de frio polar...ui ca frio...e comé, continua-se a pedalar?? Claro que sim, mas há que equipar-se convenientemente. (até porque se nesta latitude eu desisto de pedalar por causa do tempo mais ninguém deve fazer nada em latitudes superiores, certo?)


Ofereceram-me umas perneiras e umas mangas num material cromo tipo lycra forrada a pelo, e um gorro em windstopper. Lembrei-me, entretanto, que tinha uma máscara facial deste material para circular de mota no inverno que não utilizava pois interferia com o capacete na zona da nuca. Como o capacete da bicla não é tão descido fica uma maravilha e é um excelente corta-vento para a cara, apesar de me dar um aspecto de assaltante ehehe.


Com isto como primeiro layer, há que pôr umas calças e umas camisolas por cima de modo a compor.


Vou buscar a bicla e o termómetro marca os 2,4º protegidos do vento. Carrego os alforges como impõe o meu "commuting" (muda, almoço, material para o banho) e sigo viagem. As temperaturas vão variando durante o percurso, mas como o conta-kilómetros vai protegido atrás da bolsa do guiador, as leituras não devem ser iguais ao que o peito por exemplo vai apanhando. Aliás, o tronco é a única zona do corpo não protegida por material xpto e é a que vai dando sinais de algum frio, nada que não se suporte. Na recta da Av. de Brasília, perto das docas, o termómetro vai nos 3,3º certinhos durante algum tempo.

Vou inspirando ar fresco pelo nariz e expulso ar quente pela boca que fica retido na máscara e me aquece a cara.....bem prático e fixe. Por falar nisso, no cais do sodré cruzo-me com outro ciclista com máscara, mas com equipamento daquele todo colorido, cheio de patrocínios e em lycra a fazer o caminho inverso...já não sou um assaltante...somos um gang! ahahah.


À chegada, o banho fez-me retemperar no exterior visto por dentro estar bem quente à paleta do esforço da pedalada.


Resumindo:
BEM FIXE PEDALAR NO FRIO POLAR!


Kona e xtracycle...

A Kona (eu leio "Kapaôna", tu lês como quiseres) tem no catálogo de 2009 uma longtail, a Ute:


Que é vendida com uma prancha no porta-bagagens que é o próprio quadro e uns alforges laterais a la Freeloader da Xtracycle. Isto para mim é um sinal de que a xtracycle acertou na mouche no produto. De tal forma que a Kona tem um programa social (KonaAfricaBike) muito parecido com o da xtracycle. E esta hein?

Posse de carro: mudança de tendência no Japão

To get around the city, Yutaka Makino hops on his skateboard or rides commuter trains. Does he dream of the day when he has his own car? Not a chance.

Like many Japanese of his generation, the 28-year-old musician and part-time maintenance worker says owning a car is more trouble than it's worth, especially in a congested city where monthly parking runs as much as 30,000 yen ($330), and gas costs $3.50 a gallon (about 100 yen a liter)."

Segundo o "Salt Lake tribune", a vontade de ter um carro como símbolo de estatuto social está a diminuir no Japão. Traduzindo este jornal: "Este tipo de pensamento, que os construtores nipónicos chamam "kuruma banare" ou "desmotorização", é uma viragem de 180º do pensamento de gerações anteriores que punham o carro como exemplo máximo de status social".

Esta "tendência", prática e inteligente IMHO, está a preocupar o sector automobilístico, pois está a pôr em causa a paixão que o país do sol nascente tem pelo automóvel. Então para onde se estão a "virar" os jovens urbanos japoneses?

"Young people's interest is shifting from cars to communication tools like personal computers, mobile phones and services," said Yoichiro Ichimaru

A associação de construtores de automóveis Japoneses prevêm uma queda para 4,86 milhões (yenes? veículos?) em 2009, ou seja a primeira vez que este número desce abaixo dos 5 milhões em 30 anos.

Mas estes senhores pensavam que isto ia ser a galinha dos ovos de ouro?? O veículo como é vendido hoje em dia, cada vez maior, cada vez mais potente e cada vez mais oficino-dependente não é sustentável.


Ainda por cima num país como o Japão em que o espaço é linitadíssimo, logo caríssimo, as medidas de prevenção rodoviária são apertadíssimas, e os transportes públicos eficientíssimos, em especial a ferrovia.


Vejam a totalidade da notícia AQUI.


VInho quente

Para acompanhar os doces destas épocas festivas nada melhor que um vinho quente.

No dia de Natal aqueci em lume brando um pouco de vinho tinto maduro, com uma estrela de anis, um pau de canela, 2 cravinhos e umas flores aromáticas a dar-lhe sabor.

Deixei que ele ganhasse corpo e depois adicionei um pouco de sumo de laranja.
Não havia necessidade, mas se o vinho fosse menos adocicado poderia acrescentar açúcar mascavado.


Descobri entretanto uma receita alemã antiga de "Gluhwein".
Primeiro fazem uma água aromática adicionando limão às rodelas, cravinhos, paus de canela, estrelas de anis que fica a repousar durante uma hora. Esta àgua é coada e levada ao lume. Noutro recipiente aquece-se o vinho tinto sem deixar ferver, e no fim juntam-se.
Há quem junte aguardente, rum ou brandy na tal àgua aromática.

Actualmente simplificam e fazem assim:

Aqueçam o vinho sem ferver; Cortem o limão e a laranja em fatias e acrescentem ao vinho; Adicionem dois pauzinhos de canela, três cravos-da-índia, três colheres de sopa de açúcar e um pouquinho de cardamomo ou gengibre, para dar gosto; Aqueçam tudo por 5 minutos – sem ferver – e deixem descansar por uma hora; Antes de servir, reaqueçam e coem. Sirvem em copos pré-aquecidos ou em canecas


É de experimentar, digo-vos.


2009


Receita para um Ano Feliz:

Tome 12 meses completos.

Limpe-os cuidadosamente de toda a amargura, ódio e inveja.

Corte cada mês em 28, 30, ou 31 pedaços diferentes, mas não cozinhe todos ao mesmo tempo.

Prepare um dia de cada vez com os seguintes ingredientes:

- Uma parte de fé
- Uma parte de paciência
- Uma parte de coragem
- Uma parte de trabalho


Junte a cada dia uma parte de esperança, de felicidade e amabilidade.

Misture bem, com uma parte de oração, uma parte de meditação e uma parte de entrega.

Tempere com uma dose de bom espírito, uma pitada de alegria e um pouco de acção, e uma boa medida de humor.

Coloque tudo num recipiente de amor.

Cozinhe bem, ao fogo de uma alegria radiante.

Guarneça com um sorriso e sirva sem reserva.

Feliz 2009!!!