Demagogos

Ora aqui vai uma receita para "criar" um demagogo:

Pega numa pessoa velhaca, que distile veneno, que rega e promove as suas frustrações e invejas. 
Pede para que categorize tudo (o pouco) que conhece. Tudo em gavetinhas, cada coisa na SUA, isto é muito importante. Ou é isto, ou é aquilo. 
Pede-lhe (não é preciso muito) que fique na sua redoma, não conheça muito do mundo, ou que o faça a partir de fontes igualmente redutoras e demagogas.
Dá jeito ter pouca memória e pouco conhecimento do passado. 
Tem de ser alguém que se goste de ouvir...e que fale "rápido". Aliás, vai passar a falar rápido. Afinal só vêm o óbvio, o descarado, a "verdade" pois 1+1=2. 
Depois vão rodear-se de gente, muita gente. A demagogia adora companhia e atrai massas, atrai mentes pequenas à procura de uma resposta, de um aconchego, de uma pertença. 

A demagogia estava em alta na altura da Inquisição...dava muito emprego. 



Grande sexta

Sexta-feira passada foi uma sexta em cheio!

Saio de manhã de casa com os meus 2 filhos. O Gugas ia na sua bicicleta e a Mariana na pasteleira da Cristina (deixei em casa a long-tail). Comigo iam também um casal de suíços, o Luc e a Valérienne, meus hóspedes WarmShowers durante umas noites, cada um na sua bicicleta que são a sua casa nos últimos 2 anos



Esta escolta toda foi deixar a Mariana na sua escolinha. Que festa!

Seguimos de novo em parada para a escola do Gugas onde já pode deixar a bicicleta presa lá dentro. Seguimos depois para Algés. 

Fomos ao longo do rio a conversar, comigo a dar umas dicas sobre Lisboa. Tive um furo! Mesmo em frente da bomba de gasolina. Quis pôr a câmara de ar suplente que tinha mas reparei que tinha válvula Presta e não Schrader. Não tinha o adptador comigo e na bomba também não.

Remendei a câmara de ar e seguimos. Afinal havia mais furos....ainda consegui chegar a Alcantâra onde perguntei ao pessoal da SlowFastcycles se tinham o adaptador. Sim, tinham e comecei a substituição da câmara de ar ali mesmo. Disseram-me para usar a oficina deles. Ok...lá pus a bicicleta no suporte e utilizei ferramentas a sério em vez do meu mini-kit. Substitui a câmara de ar, reparei numa pequena folga no cubo e enchi o pneu. Ficou fino e não me deixaram pagar! Já me conheciam de passar por lá todos os dias com "aquela bicicleta com o skate atrás!" ;o) 5 estrelas. 

Continuámos. Eu fiquei por Santos e subi a D. Carlos até à Assembleia da República para a manifestação, eles seguiram para a Baixa. 

Da manif segui com os meus colegas para o nosso posto de trabalho. Recebo a notícia de que a minha entrevista para o Sexta de bicicleta saiu no P3



Volto para casa, recolho o Gugas na escola e vamos a pedalar até à oficina comunitária de Linda-a-Velha. Apanhamos o Eduardo por lá e verificamos o estado do cubo. Abrimos, limpámos, pusémos massa e voltámos a fechar. Está perfeito! 

Ultimamos os pormenores para a festa da bicicleta de domingo e sigo.



Já em casa jantamos com a minha avó que faz anos e passamos o serão a conversar com o Luc e a Valeriénne sobre viagens de bicicleta...


Fotografia da CenasaPedal


Kamishibai

No próximo domingo vamos fazer uma festa em Linda-a-Velha para relançar o projeto de mobilidade suave ciclo-via.org. 

Vamos relançar as cicloficinas, as ciclocozinhas, as massas miúdicas, queremos fazer bike-buses para os escuteiros e escolas, cursos de condução, passeios temáticos, trabalhar em conjunto com a Junta de Freguesia para melhorar as condições para a utilização da bicicleta na nossa terra. 

 Vai ser uma tarde em cheio, para graúdos e miúdos.

Mas para isso acontecer TENS que aparecer!



 

Uma das surpresas será a apresentação de um teatro Kamishibai por um casal de palhaços ciclistas ingleses.

Kamishibai (紙芝居), que traduzido do Japonês quer dizer "drama em papel", é uma forma de contar histórias que data do séc. XII. Monges budistas japoneses usavam emakimono (rolos de papel) para contar histórias com lições morais para uma audiência maioritariamente iliterada. 


Esta forma de contar histórias perdurou no tempo durante séculos, mas foi durante a recessão dos anos 20 do século passado que teve o seu apogeu. A necessidade de ganhar alguns trocos fazia com que contadores de histórias Kamishibai (gaito kamishibaiya) andassem de aldeia em aldeia com um pequeno palco montado sobre uma bicicleta. Utilizava dois pedaços de madeira chamados hyoshigi para anunciar a sua chegada. As crianças que lhe comprassem guloseimas ficavam sentados nos melhores lugares da plateia. ;o)

Assim que a audiência estava bem composta, o contador de histórias encenava uma peça composta por vários cartões ilustrados que ele ia retirando do palco. As histórias normalmente tinham sequência para que prender a audiência até que este voltasse à aldeia. Em 1950, com o aparecimento da TV este modo de contar histórias foi se tornando obsoleto até que um recente revivalismo fez com que seja muito utilizado em bibliotecas e escolas japonesas para contar contos e ensinar filosofia. 

Simples e bonito...tal e qual a bicicleta!






Pedalar por....gosto

Muito bom o último post da bikeyface em linha do que escrevi em 2008, que teve honras de repetição em 2012.


Pedalar por gosto!


WANT!!


É um projeto brutal...talvez para daqui a uns anos! ;o)

E tens ideias para todos os gostos:



e até como construir um!


Geração dos 80/90

Lindo, o cálico electrónico a satirizar a geração dos anos 80/90 
que só tinham 2 canais, brincavam na rua em descampados 
e chegavam todos rotos a casa!!! 

Mas na versão espanhola...BRUTAL




GeoCache: A mais antiga cache não encontrada foi encontrada!

É um marco do Geocaching.
Oldest Unfound Geocache, FoundÉ o FTF (First to Find) mais conhecido do mundo! A cache NF (not found) mais antiga foi encontrada este mês. É uma cache tradicional que esteve 12 anos pacientemente à espera para ser encontrada, no profundo Canadá Selvagem.
A procura desta cache levou meses a planear e depois de partir, demorou 8 dias de canoa através de lagos no Ártico até chegar às coordenadas marcadas.

Podem ler a história completa no  The Geocaching Blog e ver o vídeo do histórico FTF.

Biclas de carga para todos os gostos

Para quem desconhece o maravilhoso mundo das bicicletas de carga, eis um catálogo com links para o que existe em todo o mundo! (ponham o tradutor a bombar pois está em alemão)
 

A bicicleta fez-me parar...
está a fazer-me parar, 
percebi que não gosto andar depressa. 

Ou dito mais bem dizido por um poeta:


Prezo insetos mais que aviões.
Prezo a velocidade
das tartarugas
mais que a dos mísseis.
Tenho em mim
esse atraso de nascença.
Eu fui aparelhado
para gostar de passarinhos.
Tenho abundância
de ser feliz por isso.
Meu quintal
É maior do que o mundo.

Manoel de Barros

Chamada para "sanidade e acção"!

Retirado e traduzido do site de um amigo NIGEL GREEN da Corga da Pereira.

"Uma chamada para a sanidade e acção.

Eu vejo nas pessoas que me rodeiam todos os ingredientes para uma vida "nivelada", uma maneira de viver na Terra sem se ser destrutivo, e parece realmente muito simples!

Sê responsável, assume o controlo da tua própria existência, faz um compromisso com o acto de viver seguindo uma ética, princípios e como Gandhi disse: "seja a mudança que quer ver no mundo".  Onde quer que estejas vais ser um exemplo para todos, e qual será esse exemplo?

Calma ... calma é bom, não há necessidade de ter pressa. Devagar, observar e analisar, "pensar". Quanto mais tempo tens para pensar mais efeito vais ter.

Pessoas, de onde quer que venham parecem ter a possibilidade de ser ou super destrutivos ou super construtivos.

Precisamos de nos reeducar, aprender e ensinar são a mesma coisa. Buscar novos conhecimentos, e ensinar os outros.

Precisamos separar desejos das necessidades.

Fazer crescer um pouco da nossa comida, não importa quão pequeno, e para o restante, apoie alguém que pode e quer fazê-lo.

Olhe para o seu Input / output de energia.

Faça um design do mesmo.

Feed back, observação, aplicação.

Não esperes - não esperes por alguém que te diga o que fazer - tu tens a resposta. Experimenta, observa, ajusta, cria um sistema que funcione e mostra que mesmo em estágios iniciais, não há muitos exemplos! 

As pessoas procuram exemplos e ideias de como podemos mudar as actividades destrutivas em curso dos seres humanos.

Experimenta em cooperação! A cooperação funciona, os sistemas naturais geralmente cooperam para assegurar a sobrevivência e da biodiversidade, e precisamos fazer o mesmo. A nossa ganância e natureza competitiva, especialmente no mundo dos negócios é um dos principais factores que causam esta destruição. 

Procura um modo de vida correto. Não emprestes as tuas habilidades para actividades destrutivas.

Permacultura não é um negócio, é um kit de ferramentas ético.

Liga-te de volta com a natureza, e como as pessoas pensam, ri, canta, toca música."



O rosto de um modelo decadente!


"Se você quer saber como será o futuro da América, basta olhar para a cidade de Detroit. Era uma vez,um símbolo de tudo o que a América estava fazendo certo, mas hoje ele foi transformado em um podre, decadente, inferno pós-apocalíptico. Detroit foi a quarta maior cidade dos Estados Unidos, e em 1960 Detroit teve a maior renda per capita em toda a nação. Era a maior cidade de fabricação que o mundo já tinha visto, e o resto do mundo olhou para Detroit com um senso de respeito e admiração. Mas agora a cidade tornou-se uma piada de mau gosto para o resto do mundo. O desemprego é galopante, 60 por cento das crianças vivem na pobreza e a prefeitura da cidade está  à beira da falência . Dizem que é apenas uma questão de semanas ou meses para Detroit sem dinheiro, e quando declarar falência, será a maior falência municipal da história dos Estados Unidos. Mas não olhe para baixo em Detroit, porque a verdade é que a cidade é realmente uma metáfora para o que está acontecendo para a América como um todo. Nos Estados Unidos, hoje, nossa infra-estrutura de produção foi eviscerada, a pobreza está absolutamente explodindo e estamos nos aproximando rapidamente da bancarrota nacional . Detroit pode ter chegado lá primeiro, mas o resto do país vai seguir em breve."

24 fatos sobre a decadência da cidade de Detroit - Por Adir Tavares, do The Economic Collapse
Tradução publicada no blog do Luis Nassif

Vejam o vídeo de apresentação dos próximos X games que serão exatamente em Detroit:



Decidiram retirar todo o glamour destes jogos e colocar os atletas numa cidade despida, abandonada, símbolo de um modelo económico baseado numa fonte de energia barata (o petróleo) que faliu e na cultura do carro, sinónimo de status e velocidade mas que na realidade se traduz em muito espaço ocupado, esbanjado, roubado a quem de direito, crise e abandono!



Commuting com filho

A história do Dave e seu filho Gus é muito parecida à minha!

Uma Xtracycle que veio mudar completamente os hábitos de deslocação, permitindo melhorar a condição física e ainda aumentar a cumplicidade pai-filho enquanto o ensinamos a lidar com a realidade, trabalhando a sua concentração, responsabilidade, lidar com frustrações, e aumentar o desenrascanço físico!



A morte não existe...


Sinto que tenho que partilhar mensagens especiais de amigos especiais.



‘Tengo 71 años. Nací en el campo, en el estado de Jalisco (México), y vivo en la montaña. Soy viuda, tengo dos hijas y dos nietos de mis hijas, pero tengo miles con los que he podido aprender el amor sin apego. Nuestro origen es la Madre Tierra y el Padre Sol. He venido a la Fira de la Terra para recordarles lo que hay dentro de cada uno.’

-¿Dónde vamos tras esta vida?

-¡Uy hija mía, al disfrute! La muerte no existe. La muerte simplemente es dejar el cuerpo físico, si quieres.

-¿Cómo que si quieres…?

-Te lo puedes llevar. Mi bisabuela era chichimeca, me crié con ella hasta los 14 años, era una mujer prodigiosa, una curandera, mágica, milagrosa. Aprendí mucho de ella.

-Ya se la ve a usted sabia, abuela.

-El poder del cosmos, de la tierra y del gran espíritu está ahí para todos, basta tomarlo. Los curanderos valoramos y queremos mucho los cuatro elementos (fuego, agua, aire y tierra), los llamamos abuelos. La cuestión es que estaba una vez en España cuidando de un fuego, y nos pusimos a charlar.

-¿Con quién?

-Con el fuego. ‘Yo estoy en ti’, me dijo. ‘Ya lo sé’, respondí. ‘Cuando decidas morir retornarás al espíritu, ¿por qué no te llevas el cuerpo?’, dijo. ‘¿Cómo lo hago?’, pregunté.

-Interesante conversación.

-’Todo tu cuerpo está lleno de fuego y también de espíritu -me dijo-, ocupamos el cien por cien dentro de ti. El aire son tus maneras de pensar y ascienden si eres ligero. De agua tenemos más del 80%, que son los sentimientos y se evaporan. Y tierra somos menos del 20%, ¿qué te cuesta cargar con eso?’.

-¿Y para qué quieres el cuerpo?

-Pues para disfrutar, porque mantienes los cinco sentidos y ya no sufres apegos. Ahora mismo están aquí con nosotras los espíritus de mi marido y de mi hija.

-Hola.

-El muertito más reciente de mi familia es mi suegro, que se fue con más de 90 años. Tres meses antes de morir decidió el día. ‘Si se me olvida -nos dijo-, me lo recuerdan’. Llegó el día y se lo recordamos. Se bañó, se puso ropa nueva y nos dijo: ‘Ahora me voy a descansar’. Se tumbó en la cama y murió. Eso mismo le puedo contar de mi bisabuela, de mis padres, de mis tías…

-Y usted, abuela, ¿cómo quiere morir?

-Como mi maestro Martínez Paredes, un maya poderoso. Se fue a la montaña: ‘Al anochecer vengan a por mi cuerpo’. Se le oyó cantar todo el día y cuando fueron a buscarle, la tierra estaba llena de pisaditas. Así quiero yo morirme, danzando y cantando. ¿Sabe lo que hizo mi papá?

-¿Qué hizo?

-Una semana antes de morir se fue a recoger sus pasos. Recorrió los lugares que amaba y a la gente que amaba y se dio el lujo de despedirse. La muerte no es muerte, es el miedo que tenemos al cambio. Mi hija me está diciendo: ‘Habla de mí’, así que le voy a hablar de ella.

-Su hija, ¿también decidió morir?

-Sí. Hay mucha juventud que no puede realizarse, y nadie quiere vivir sin sentido.

-¿Qué merece la pena?

-Cuando miras a los ojos y dejas entrar al otro en ti y tú entras en el otro y te haces uno. Esa relación de amor es para siempre, ahí no hay hastío. Debemos entender que somos seres sagrados, que la Tierra es nuestra Madre y el Sol nuestro Padre. Hasta hace bien poquito los huicholes no aceptaban escrituras de propiedad de la tierra. ‘¿Cómo voy a ser propietario de la Madre Tierra?’, decían.

-Aquí la tierra se explota, no se venera.

-¡La felicidad es tan sencilla!, consiste en respetar lo que somos, y somos tierra, cosmos y gran espíritu. Y cuando hablamos de la madre tierra, también hablamos de la mujer que debe ocupar su lugar de educadora.

-¿Cuál es la misión de la mujer?

-Enseñar al hombre a amar. Cuando aprendan, tendrán otra manera de comportarse con la mujer y con la madre tierra. Debemos ver nuestro cuerpo como sagrado y saber que el sexo es un acto sagrado, esa es la manera de que sea dulce y nos llene de sentido. La vida llega a través de ese acto de amor. Si banalizas eso, ¿qué te queda? Devolverle el poder sagrado a la sexualidad cambia nuestra actitud ante la vida. Cuando la mente se une al corazón todo es posible. Yo quiero decirle algo a todo el mundo…

-¿…?

-Que pueden usar el poder del Gran Espíritu en el momento que quieran. Cuando entiendes quién eres, tus pensamientos se hacen realidad. Yo, cuando necesito algo, me lo pido a mí misma. Y funciona.

-Hay muchos creyentes que ruegan a Dios, y Dios no les concede.

-Porque una cosa es ser limosnero y otra, ordenarte a ti mismo, saber qué es lo que necesitas. Muchos creyentes se han vuelto dependientes, y el espíritu es totalmente libre; eso hay que asumirlo. Nos han enseñado a adorar imágenes en lugar de adorarnos a nosotros mismos y entre nosotros.

-Mientras no te empaches de ti mismo.

-Debemos utilizar nuestra sombra, ser más ligeros, afinar las capacidades, entender. Entonces es fácil curar, tener telepatía y comunicarse con los otros, las plantas, los animales. Si decides vivir todas tus capacidades para hacer el bien, la vida es deleite.

-¿Desde cuándo lo sabe?

-Momentos antes de morir mi hija me dijo: ‘Mamá, carga tu sagrada pipa, tienes que compartir tu sabiduría y vas a viajar mucho. No temas, yo te acompañaré’. Yo vi con mucho asombro como ella se incorporaba al cosmos. Experimenté que la muerte no existe. El horizonte se amplió y las percepciones perdieron los límites, por eso ahora puedo verla y escucharla, ¿lo cree posible?

-Sí.

-Mis antepasados nos dejaron a los abuelos la custodia del conocimiento: ‘Llegará el día en que se volverá a compartir en círculos abiertos’. Creo que ese tiempo ha llegado.

Projecto CARMA

Estou sem palavras...muito, mas mesmo muito bom!






XTRACYCLE POWER

Hoje, depois de 4 anos de muita "porrada" e carga transportada um dos velcros de um dos free-loaders saltou!

é OBRA!

Não me canso de falar do kit Xtracycle que coloquei na minha Timberlina e no ganho que tive com ele! 

à procura dos primeiros posts que fiz sobre este kit, deparei com um review dividida por 7 temas que fiz que continua atual.

Juntei-os aqui:










Para além de outros "Kung-fus"





E o turismo com família!


ah e tal e se formos dar uma voltinha de xtra e encontrarmos uma amiga 
e a queremos convidar para brincar em casa?

No prob!





Bitchy tutorials

A malta da Officine Sfera estão a fazer uns tutoriais de mecânica filmados! 
É sempre um prazer aprender!! ;o)

Manutenção do guiador: 


Verifica a tensão da corrente:


BITCHY TUTORIAL VOL.2 "CHECK YOUR TENSION" from GASH-ROUGE on Vimeo.

e não esquecer o selim!


BITCHY TUTORIAL VOL.3 "SADDLE UP" from GASH-ROUGE on Vimeo.




Artista da bicla


Linsey Pollak, é um artista australiano que constrói os próprios instrumentos para fazer música. Tem um espectáculo chamado cycology em que utiliza uma bicla...muito show!

Upcycling

Carros são tão séc. XX!

Mas o que fazer a tanta sucata que existe? 
Fazer um upcycling e transformá-los em biclas! porque não?