Notas soltas

Estou num grupo de trabalho que pretende fazer um observatório de sinistralidade rodoviária no Seixal. Como técnico posso intervir nas propostas de soluções a implementar...meus amigos, a bicicleta e os peões não serão esquecidos ;o).
Descobri que uma das técnicas preferidas para reduzir o número de atropelamentos é a redução de passadeiras :os e emprestaram-me o livro "Porque matamos na estrada...e como o evitar".
É um estudo exaustivo do comportamento atrás do volante....tem carradas de estatísticas, explicações técnicas para comportamentos, etc., etc. medo muito medo.

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Hoje o tempo estava acinzentado. Lembrei-me da obrigatoriedade de circular com as luzes acesas na escandinávia e Holanda e liguei a luz traseira. Não o fiz à frente. Uma camioneta de transporte de cerveja atravessou-se à minha frente, quando estava a olhar para mim. Ou não calculou bem a minha velocidade ou passei-lhe despercebido! Da próxima ligo a luz da frente no modo pisca-pisca. (ia com uma camisa cor de laranja bem visível).

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Já ando a "contagiar" alguma gente, que está a ficar com vontade de pegar na bicicleta. Ontem perguntava-me um colega como é que venho no Inverno. Isto vai pegar. Vou escrever uma carta ao xôr presidente a propôr medidas imediatas e sem grandes gastos para a promoção da utilização da bicla para o trabalho.....para começar um lugar de estacionamento coberto e protegido e talvez um balneário no futuro edifício!

2 comentários:

f.ericsson disse...

Gonçalo, bom encontrá-lo outra vez. Talvez se nós dois não estivéssemos de bicicleta nem teríamos nos visto. Ainda bem que andamos de bicicleta, assim podemos desfrutar destes momentos, que por fim são importantes em nossas vidas. Gostava que todos pudessem fazer o mesmo. Quem sabe o que o futuro nos reserva, e não só a nós mas principalmente para os miúdos de hoje.
Um abraço, Fabio.

Gonças disse...

Grande Fábio, palavras sábias de quem anda de bicicleta!! (e de calças eheh).

Hoje passei pelo rapaz dos alforges da decathlon (a minha cabeça para os nomes :os ).
No Cais do Sodré ainda lhe perguntei se ia de viagem, mas ia para o trabalho mesmo!!

Realmente, estando de enlatado nada disto era possível!

abraço